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| (Sandy na divulgação do filme em SP) |
A atriz e cantora Sandy Leah, que faz parte do elenco do filme "Quando Eu Era Vivo", de Marco Dutra, contou nesta segunda-feira (27) que sua família dizia que ela estava "estranha" após os dias de filmagem do longa.
"Diziam que eu estava diferente: pensativa, fechada. No fundo, o clima do set é divertido para caramba, mas chegando em casa eu ficava um pouco quieta", disse.
A atriz disse que interpretou de maneira positiva essas declarações. "Que bom, porque quer dizer que eu entrei mesmo na coisa".
Sandy participou de entrevista coletiva para divulgar o filme, que estreia nesta sexta, ao lado dos atores Antonio Fagundes e Marat Descartes, do diretor Marco Dutra, do produtor Rodrigo Teixeira, e de outras pessoas envolvidas com o filme.
Inspirado no livro "A Arte de Produzir Efeito sem Causa", de Lourenço Mutarelli, o filme gira em torno de Júnior (Descartes), que, após um divórcio traumático, busca abrigo na casa do pai, Sênior (Fagundes), com quem mantinha uma relação distante. Mas o pai se tornou um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial, e os objetos e fotos da mãe, morta há alguns anos, foram encaixotados e trancados no quartinho dos fundos.
No quarto que Junior dividia com o irmão, agora vive a inquilina Bruna (Sandy), jovem estudante de música que veio do interior para fazer faculdade. Após encontrar objetos que remetem ao passado e a sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
Para Fagundes, o horror é usado como metáfora pelo ser humano. "Usamos o horror como metáfora para coisas que não têm explicação e que nos dão medo", disse. O ator afirmou também que gostaria de fazer mais cinema, mas que sua agenda o impossibilita. "Por mim, eu faria três ou quatro filmes por ano".
A fase de filmagens de "Quando Eu Era Vivo" durou apenas 18 dias. O filme foi rodado em uma locação na cidade de São Paulo e no complexo psiquiátrico de Juqueri, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
Durante a coletiva, o ator Marat Descartes disse ter ficado "imediatamente enlouquecido" quando foi sondado por Dutra para fazer o filme. Mesmo quando ainda não tinha sido oficialmente convidado para o papel principal do longa, ele afirmou ao diretor: "Eu vou fazer, não tem escapatória. E foi maravilhoso fazer".
Fonte: Uol Cinema
"Diziam que eu estava diferente: pensativa, fechada. No fundo, o clima do set é divertido para caramba, mas chegando em casa eu ficava um pouco quieta", disse.
A atriz disse que interpretou de maneira positiva essas declarações. "Que bom, porque quer dizer que eu entrei mesmo na coisa".
Sandy participou de entrevista coletiva para divulgar o filme, que estreia nesta sexta, ao lado dos atores Antonio Fagundes e Marat Descartes, do diretor Marco Dutra, do produtor Rodrigo Teixeira, e de outras pessoas envolvidas com o filme.
Inspirado no livro "A Arte de Produzir Efeito sem Causa", de Lourenço Mutarelli, o filme gira em torno de Júnior (Descartes), que, após um divórcio traumático, busca abrigo na casa do pai, Sênior (Fagundes), com quem mantinha uma relação distante. Mas o pai se tornou um homem estranho, rejuvenescido à base de exercícios físicos e bronzeamento artificial, e os objetos e fotos da mãe, morta há alguns anos, foram encaixotados e trancados no quartinho dos fundos.
No quarto que Junior dividia com o irmão, agora vive a inquilina Bruna (Sandy), jovem estudante de música que veio do interior para fazer faculdade. Após encontrar objetos que remetem ao passado e a sua mãe, Júnior desenvolve uma obsessão pela história de sua família e tenta recuperar algo que aconteceu em sua infância e que, até hoje, o assombra.
Para Fagundes, o horror é usado como metáfora pelo ser humano. "Usamos o horror como metáfora para coisas que não têm explicação e que nos dão medo", disse. O ator afirmou também que gostaria de fazer mais cinema, mas que sua agenda o impossibilita. "Por mim, eu faria três ou quatro filmes por ano".
A fase de filmagens de "Quando Eu Era Vivo" durou apenas 18 dias. O filme foi rodado em uma locação na cidade de São Paulo e no complexo psiquiátrico de Juqueri, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.
Durante a coletiva, o ator Marat Descartes disse ter ficado "imediatamente enlouquecido" quando foi sondado por Dutra para fazer o filme. Mesmo quando ainda não tinha sido oficialmente convidado para o papel principal do longa, ele afirmou ao diretor: "Eu vou fazer, não tem escapatória. E foi maravilhoso fazer".
Fonte: Uol Cinema


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